A Justiça Federal decidiu prorrogar as prisões de 26 pessoas detidas durante a Operação Hygeia, deflagrada na quarta-feira pela Polícia Federal para desarticular um suposto esquema de desvio de dinheiro em Mato Grosso e mais três estados, além do Distrito Federal. A operação foi desenvolvida em parceria com a Secretaria Federal de Controle Interno da Controladoria Geral da União e apura crimes de formação de quadrilha, estelionato, fraude em licitações, apropriação indébita, lavagem de dinheiro, peculato, corrupção ativa e passiva, prevaricação, dentre outros, praticados em detrimento de Órgãos Públicos Federais e municípios do interior do Estado.
A CGU já comprovou por meio de auditorias preliminares o desvio de dos esquemas resultaram um prejuízo efetivo aos cofres públicos de cerca de R$ 51.127.692,40 em obras e serviços pagos e não executados. Entretanto, o valor total dos prejuízos podem ultrapassar os R$ 200 milhões.
As prisões venceriam neste domingo e foram prorrogadas - dos 26 suspeitos - por determinação do juiz federal José Pires da Cunha. Outras cinco pessoas que também estavam detidas desde quarta-feira, e que não tiveram as prisões prorrogadas, poderão deixar a prisão.
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