A Polícia Federal prendeu, há pouco, Maria Guimarães Bueno, uma das foragidas da Operação Hygeia. Maria Guimarães foi presa em Belo Horizonte, Minas Gerais. A Polícia Federal já suspeitava de que ela estaria em Minas Gerais.
Ela saía da casa de um conhecido quando foi presa pelos policiais federais. Maria Guimarães estava com prisão decretada desde a deflagração da operação, no dia sete de abril. Ela chegou a anunciar que iria se entregar por meio de advogados, mas não o fez.
Ontem o Ministério Público Federal solicitou a prisão preventiva dela e de mais 14 pessoas. Maria usava um nome falso para dificultar sua prisão no momento em que foi abordada pelos policiais federais.
Ainda são procurados: Celino Carvalho Mesquita - empresário, com residência em Cuiabá. Há suspeitas de que ele estivesse dando apoio para Maria Bueno; Luciano Carvalho Mesquita - empresário, com residência em Cuiabá e presidente do Grupo Creatio; Ronido Nascimento, advogado, residente no Distrito Federal.
Maria Guimarães Bueno de Aragújo é presidente da oscip Idheas de Mato Grosso. A operação deflagrada pela Polícia Federal, com apoio do Ministério Público Federal e Controladoria Geral da União investiga o desvio de verbas federais através das oscips (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), instituições sem fins lucrativos com poder legal de contratar com entidades públicas.
A oscip Idheas prestava serviços no setor de saúde em Tangará da Serra. Mas além de Mato Grosso, o insitituto também atuava em Timóteo, Minas Gerais.